quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

"Tudo bem se não deu certo, eu achei que nós chegamos tão perto..." (Nenhum de Nós)



Desencontros marcados
Não por mim, nem por ti
Joguetes do acaso
Num esbarrão se é feliz

O momento certo
A hora errada
Marionetes do destino
A vida por um triz

Já chegamos tão perto
O que deu errado, enfim?
O adeus na chegada
O princípio no fim
.
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Um comentário:

Gabriela disse...

Oi, Rodrigo!

Tua postagem me lembrou a frase do Vinícius de Moraes:

"A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro nesta vida."

Às vezes, uma série de acasos conduz-nos a um desencontro que pode incomodar e, na pior das hipóteses, ferir profundamente. No entanto, tempos depois, pode-se perceber que aquele desencontro nada mais era do que mais um acaso conduzindo a um encontro tão ou mais especial. É este encontro que fará sucumbir definitivamente o desencontro que fora tão doloroso.

Sei lá, por pior que sejam na hora em que os vivemos, os desencontros é que acabam nos movendo, afinal, se a vida fosse somente encontros, não refletiríamos, tampouco faríamos poesia.

Beijo!